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terça-feira, 26 de abril de 2011

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João Durval descarta Zé Neto


João Durval descarta Zé Neto

Em entrevista concedida ao programa Diário da Feira, esta semana, ao ser indagado sobre quem  estaria mais preparado para ser prefeito de  Feira de Santana, entre Zé Neto e Sergio Carneiro, o senador João Durval (PDT-Foto) não teve dúvidas.  “Respondo-lhe com absoluta isenção, pelo histórico de vida dos dois, Sergio tem um histórico melhor do que Zé Neto. Sergio é deputado federal pela terceira vez, atua brilhantemente na Câmara Federal. No mandato passado Sergio foi escolhido por unanimidade pelos colegas para ser o procurador da Câmara. Sergio ganhou grande experiência quando eu fui governador, e olhe que ele tinha apenas 23 anos. Antonio Carlos Magalhães nomeou Sergio para a Interurb e ele fez um trabalho admirável. Em Feira, Sergio construiu a avenida que leva meu nome no bairro Santo Antônio dos Prazeres, o Complexo Policial, Conjunto Fraternidade, a macro-drenagem de Feira. Por isso, o eleitor tem que escolher o melhor. Votar no melhor, e sem falsa modéstia, o melhor chama-se Sergio Carneiro”, finalizou. Esse sabe das coisas.

REFORMA POLITICA

O senador João Durval Carneiro também falou sobre a reforma política que está sendo discutida no Congresso Nacional.  “Sou contra o voto na lista fechada. Isso é coisa dos tempos dos coronéis. Sou contra as coligações proporcionais e também sou contra o financiamento publico de campanha. No Brasil já tem 29 partidos. Eu conheço gente que vive às custas do partido”.
'' SÓ CORRIGINDO O SENADOR NO BRASIL TEM 27 PARTIDOS POLITICOS APENAS "
A POLÍTICA É UMA CACHAÇA

O prefeito da cidade de São Paulo Gilberto Kassab idealizador da criação do Partido Social Democrático (PSD) sabe que esse projeto para sair do papel e virar agremiação política ainda faltam 500 mil assinaturas. Se antecipando à esta exigência legal,  Gilberto Kassab, realizou uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para saber quais números o PSD poderia usar nas eleições. Estavam livres os 18, 24, 30 e 51. O último, esse ultimo é o nome de uma famosa cachaça no Brasil, foi descartado, Como os números 18 e 24 são quebrados e não podem ser representados com os dedos das duas mãos na televisão e em fotografias, foi escolhido o numero 30. Não seria mais fácil com os dedos das duas mãos fazer o número 51 na propaganda da TV? O sujeito indagar ao eleitor: você vai votar em quem no 51, é uma boa idéia. Cadê o marketing?

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