Além
de ser a única cidade baiana a ter urnas biométricas, Pojuca, na Região
Metropolitana de Salvador (RMS), teve o maior número de votos inválidos
do estado nas eleições deste domingo (7). Os votos
destinados ao postulante Dr. Toinho (PDT) não foram computados, pois sua
candidatura foi indeferida a pedido da Procuradoria Regional Eleitoral
na Bahia (PRE-BA), com base na Lei da Ficha Limpa, por abuso de poder
econômico e captação ilícita de sufrágio. Ao todo,
16.085 eleitores não votaram em nenhum dos prefeituráveis aptos para o
pleito, o que totaliza 72,92% dos sufrágios no município. Dos 23,97%
votos válidos restantes, 4.880 foram para Gerusa Laudano (PSD) e 408 para Carvalho (PSOL).
O alto porcentual de votos nulos poderá anular a eleição para o
Executivo municipal, mas o caso também depende do julgamento de recurso
da impugnação. Assim, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reverta
decisão que barrou a candidatura, os votos do pedetista podem ser
validados. A mesma situação se repete em Camamu, que teve 60,22% dos votos inválidos, e em Muquém do São Francisco, com 53,9% nulos.
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