Por: William Passos
Fundamentado em torno da paridade para dar equilíbrio na composição das diversas instâncias da Mobilização Democrática (MD) – partido que nasceu hoje (17) em Brasília e fruto da fusão do PPS e do PMN, o programa, manifesto e estatuto da agremiação foram aprovados pela quase totalidade dos presentes. Apenas dois dirigentes se abstiveram de votar.
Entres as regras aprovadas pela MD estão a validade do mandato dos dirigentes para os níveis municipal, estadual e nacional. O tempo de permanência no cargo será de apenas dois anos, com direito a apenas uma reeleição.
O estatuto aprovado também garante que o Diretório Nacional será formado de maneira em que os antigos PPS e PMN não prevaleçam um sobre o outro. O diretório será composto por 125 titulares e 55 suplentes. Ficam em aberto 24 vagas de titulares e 22 de suplentes para que sejam preenchidas por lideranças que eventualmente vierem integrar a nova força política.
O deputado federal Roberto Freire (SP), que foi eleito presidente da Mobilização Democrática, disse que o documento traz muita segurança todos os ajudaram a formar a MD e para aqueles que vierem futuramente integrá-lo.
“Objetivo é a fusão., a política não se faz pelos números, se faz pela atividade. O importante é que nasce um partido que vem do campo da esquerda e para ser oposição e mais: construir uma alternativa para um grande projeto de 2014.
A vice-presidência do partido será ocupada por Telma Ribeiro, ex-presidente em exercício do PMN. Já a secretaria-geral do partido fica com o deputado federal Rubens Bueno (PR). A secretaria executiva será exercida por Telma Zaira. Já o tesoureiro será Lucas Albano, oriundo do PMN. Regis Cavalcante, do PPS, ocupa o posto de 1º tesoureiro.
33
O novo partido também escolheu o número que levará para as urnas daqui por diante. Será 33. Freire sugeriu que as lideranças regionais agilizem o processo para a realização de seus congressos.
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